domingo, 3 de abril de 2016

Carta de um suicida
Leila Bomfim

Jardim das ilusões

Meus sonhos reacenderam com o brilho dos olhos de Adebarã,
Mas qual faíscas evanesceram à primeira dor imaginada
Da fricção das mãos que igniza o amor
Da  fuga do tempo no gozo da amada
Entre vida incerta e fracasso certo

Agarro certeza da morte, a esperança é vã.

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