quinta-feira, 14 de abril de 2016

Os três mosqueteiros

   Eis os companheiros de armas e penas, espadins inconcretos em riste e penas repletas de tintas imaginárias. Eu, alter ego de Aramis, somente os observo com olhos do iniciado nos mistérios . Porthos esgrime com seus doces palavrões golpeando o ar com mãos rijas e exatas, uma faca só lâmina. Athos ri e ajeita sua pose semi-nobre, relaxada: gesticula sua agudeza com ponta do florete que é o canto de seu sorriso inteligível, inteligente.
    Em nenhum momento carecemos de d'Artagnan.

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