sexta-feira, 24 de junho de 2016

BOQUETE, CUNETE E CREPE SUZETTE.


Era uma vez, uma garota que nascera predestinada ao sucesso, era rica desde o berço, ruiva natural, dissimulada e simpática, fazia bem o boquete, gostava do pau  cheio de tangerina e curtia uns peitinhos de vez em quando. Virou atriz, mas não vingou. Quis cantar, ninguém ouviu. Acabou falida, nóinha e prostituída. Depois foi vender violetas e ser feliz.

7 comentários:

  1. Excelente texto!

    Bom ritmo e ironia na medida certa!

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    1. Grato Harry, tentei de tudo e agora estou quase lá (embora muitos não suportem isso),
      O sucesso no mais simples que é a descoberta das violetas e ser feliz com o simples.
      Merci. Danke. Namastê

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  2. Vá em frente, meu camaradinha!
    Acho que você já chegou lá e nem percebeu, ;-)
    Quanto aos outros, rs, os outros são apenas os outros, rs...
    Namastê! _/|\_

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  3. Já percebi sim. Eu já posso e consigo dominar os ventos.
    Os outros é um filme ótimo.
    Dos medíocres nada mais irei comentar. Pulo.
    Agradeco a ti e victor pelas ponderações sinceras. Não devemos perder tempo. Grato Harry Potter?

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  4. Se já dominas os ventos, és um "Avatar" de si mesmo!
    "Os outros", de fato, é um filmaço: interessantes as metáforas sobre a necessidade de viver na escuridão pela impossibilidade de suportar a Luz e de não poder abrir uma porta antes de fechar a anterior!!!
    PS: sobre meu nickname (que para muitos já se tornou meu nome oficial, rs), é uma referência aos protagonista (Harry Haller) do livro de Hermann Hesse: "O lobo da estepe"... Qualquer hora te conto esta história, rs...
    Abração!

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  5. Exatamente, ;-) , o Lobo da Estepe (de Hermann Hesse) que mordeu Clarice mordeu a mim, também!

    https://livroseideias.wordpress.com/2012/01/21/e-o-lobo-da-estepe-mordeu-clarice-lispector/

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