terça-feira, 16 de agosto de 2016


Tudo o que procuro é um homem à beira de si mesmo.
Tenho um corpo para resgatar meu corpo.
Não sei meu nome, não sei meu passado e presente.
Velo meu corpo numa tarde de sol descrente.
Afago meu rosto. E me vigio sem desespero.
Deixo meu corpo sem qualquer receio
Caminho vagarosamente e não olho para trás.
Não me despeço. E não faço qualquer reza.


Tomo 2

Retorno, pego meu copo no colo e me embalo.
Talvez esteja perto de um ribeirão bem bonito
Não desperto. Estou derramado nas gramas de um jardim desabitado.
Tenho o tronco marcado de guerra e algum sangue escorre pelo meu nariz.
Alguma chuva cai. Algumas folhas são providas de uma esperança seca.
Abro meu olhos e assisto um novo começo.

3 comentários:

  1. Olha o que pensei pra você:

    Primeiro um corte para os Eus
    Tudo o que procuro é um homem à beira de si mesmo.
    Tenho um corpo para resgatar meu corpo.
    Não sei meu nome, não sei meu passado e presente.
    Velo meu corpo numa tarde de sol descrente.
    Afago meu rosto. E me vigio sem desespero.
    Deixo meu corpo sem qualquer receio
    Caminho vagarosamente e não olho para trás.
    Não me despeço. E não faço qualquer reza.


    Tomo 2

    Retorno, pego meu copo no colo e me embalo.
    Talvez esteja perto de um ribeirão bem bonito
    Não desperto. Estou derramado nas gramas de um jardim desabitado.
    Tenho o tronco marcado de guerra e algum sangue escorre pelo meu nariz.
    Alguma chuva cai. Algumas folhas são providas de uma esperança seca.
    Abro meu olhos e assisto um novo começo.

    Ou:

    Um destaque para os Eus
    Tudo o que procuro é um homem à beira de si mesmo.
    Eu
    tenho um corpo para resgatar meu corpo.
    Não sei meu nome, não sei meu passado e presente.
    Velo meu corpo numa tarde de sol descrente.
    Eu
    afago meu rosto. E me vigio sem desespero.
    Eu
    deixo meu corpo sem qualquer receio
    Caminho vagarosamente e não olho para trás.
    Eu
    não me despeço. E não faço qualquer reza.


    Tomo 2

    Eu
    retorno, pego meu copo no colo e me embalo.
    Eu
    talvez esteja perto de um ribeirão bem bonito
    Não desperto. Estou derramado nas gramas de um jardim desabitado.
    Tenho o tronco marcado de guerra e algum sangue escorre pelo meu nariz.
    Alguma chuva cai. Algumas folhas são providas de uma esperança seca.
    Eu
    abro meu olhos e assisto um novo começo.





    :)

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